Nesta quarta, o jornal “O Globo” divulgou outro estudo, feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que também identificou uma mancha próxima ao sul da Bahia, que parece ser de óleo.
“Ontem tivemos um grande impacto, pois pela primeira vez, encontramos uma assinatura espacial diferenciada. Ela mostra que a origem do vazamento pode estar ocorrendo abaixo da superfície do mar. Com isso, levantamos a hipótese de que a poluição pode ter sido causada por um grande vazamento em minas de petróleo ou, pela sua localização, pode ter ocorrido até mesmo na região do pré-sal”, diz o pesquisador.

Toda a região que foi analisada pelo pesquisador nas imagens está perto de áreas de exploração de petróleo, conforme mapeamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o G1, a Marinha disse que a mancha que estaria avançando pelo mar da Bahia identificada nas imagens de satélite não é de óleo. Segundo o Grupo de Avaliação e Acompanhamento do problema das manchas de óleo no Nordeste, para chegar a essa conclusão foram feitas quatro análises. Entre elas, a consulta a especialistas da Federação Internacional para Poluição de Donos de Navios-Tanque (ITOPF, em inglês), o monitoramento aéreo e por navios na região, além das imagens de satélite.